Estudos apontam possível relação entre sildenafil e menor risco de Alzheimer

22 de abril de 2026

Pesquisas observacionais indicam que pessoas que utilizam o sildenafil — princípio ativo do Viagra — podem ter até 70% menos chances de desenvolver Doença de Alzheimer em comparação com quem não faz uso do medicamento.

Segundo os cientistas, a substância pode ter efeito protetor sobre os neurônios ao aumentar o fluxo sanguíneo no cérebro e atuar na estabilização de vias celulares relacionadas à memória e à função cognitiva.

Apesar dos resultados promissores, os dados ainda são considerados correlacionais, ou seja, não comprovam uma relação direta de causa e efeito. Ensaios clínicos já estão em andamento para avaliar com mais precisão a eficácia do medicamento nesse contexto.

Caso os benefícios sejam confirmados, especialistas apontam que um fármaco já conhecido e de baixo custo poderá se tornar uma alternativa importante no combate a uma doença que impacta milhões de pessoas em todo o mundo.

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